Senso incomum

Um novo ano começa e os municípios já sentem a mudança em seu cenário político: Prefeitos, Vice-prefeitos e Vereadores sendo empossados para quatro anos de mandato.

A população volta seu olhar para as primeiras ações do executivo e quer ver nestes primeiros dias as promessas de campanha saírem do papel, mas será isso suficiente? E se pudéssemos falar de liberdade? Parece até contraditório pedir liberdade para falar de liberdade, mas não é. Por isso, aqui vos faço: podemos falar sobre isso?

A liberdade, de acordo com a vivência de cada pessoa, tem diferentes significados, mas fica evidente que, ao longo da história, sua essência é a mesma, e a pergunta que fica é: quando é que alguma coisa será feita em prol da liberdade? Liberdade econômica ou individual tem sido terreno fértil para debate de norte a sul do país, as discussões acontecem nos auditórios, nas universidades, nos comitês econômicos e, mais recentemente, nas salas de conferências virtuais, tudo para discutir os passos que o nosso país dá em direção a um mundo mais livre.

Nunca foi tão urgente que a pauta das liberdades individuais e econômicas fossem apreciadas e debatidas a exaustão, o serviço público, através do executivo e legislativo, têm a missão de discutir a vida de pessoas livres. Livres de impostos absurdos, livres das amarras do Estado, livres de burocracias, livres de intervenções na iniciativa privada, livres da morosidade dos serviços públicos, livres do peso do poder público sobre a vida delas.

Que sejamos livres.

*Caio Alexandre é coordenador local da SFL Brasil, graduando de Economia e Relações internacionais, empresário e liberal clássico.

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