Tóquio 2020: Ketleyn Quadros sétima no judô Olímpico em até 63kg

Atleta caiu na repescagem pela medalha de bronze e diz adeus a Tóquio 2020 elevando o judô brasileiro. Ketleyn Quadros inspirou o Brasil no Mundial e voltou aos Jogos Olímpicos 13 anos após o bronze em Beijing 2008

A expetativa no judô era alta depois do bronze de Daniel Cargnin, a 23ª medalha para o judô do Brasil em Jogos Olímpicos. A resposta do time feminino chegou pela experimentada Ketleyn Quadros, bronze em Beijing 2008 em até -57 kg, que chegou em Tóquio 2020 como cabeça de chave número 5 da competição após inspirar o Brasil no último Mundial.

Competindo na categoria até 63kg, Ketleyn Quadros começou o dia sem ter que combater já que Cergia David (Honduras) não se apresentou no Nippon Budokan na primeira rodada. Depois veio uma vitória convincente por dois “wazaari” Gankhaich Bold (Mongólia) que permitiu o acesso nas quartas de final.

Faltava o passo decisivo para disputar as medalhas. Contra a 4ª do ranking mundial, Catherine Beauchemin-Pinard (Canadá), caiu por “wazaari” perto do final e na repescagem voltou a perder para Juul Franssen (Países Baixos) após ser imobilizada durante 20 segundos e a neerlandesa vencer por “ippon”, fechando a competição em 7º lugar.

Treze anos após bronze em Beijing 2008, Ketleyn Quadros deixa uma bonita trajetória em Tóquio 2020 onde teve a honra de carregar a bandeira do Brasil na Cerimônia de Abertura.

Ketleyn Quadros foi porta-bandeira do Brasil em Tóquio 2020 ao lado de Bruno Rezende
Ketleyn Quadros foi porta-bandeira do Brasil em Tóquio 2020 ao lado de Bruno Rezende