Filha de Tiago Leifert e Daiana Garbin tem câncer raro nos olhos

Nas redes sociais, casal faz alerta a pais sobre a importância de perceber cedo a doença

Com pouco mais de um ano, Lua, filha do apresentador Tiago Leifert e da  jornalista Daiana Garbin foi diagnosticada com retinoblastoma bilateral, um câncer ocular que começa na parte de trás do olho, a retina, em outubro de 2021. O câncer pode se desenvolver desde o nascimento até os cinco anos de idade. O tumor se apresenta em apenas um olho ou como no caso de Lua, nos dois, e o diagnóstico precoce é fundamental para preservar a integridade do globo ocular e da vida. Nas redes sociais, os pais falaram sobre a descoberta neste sábado, 29.
“A gente está tratando o câncer há quatro meses e pensamos longa e duramente sobre postar alguma coisa (…) Porém depois da última quimio, decidimos dividir tudo que a gente sabe hoje”, conta Tiago. “Se a gente conseguir fazer um casal levar uma criança antes do que a gente descobriu, missão cumprida”. No vídeo, Tiago afirma que foi essa situação que o fez sair do The Voice Brasil.


Por ser um câncer comum em crianças, dificilmente ele é descoberto cedo, uma vez que eles ainda não sabem se comunicar e são poucos detalhes que os pais podem perceber. Por isso, o casal insistiu bastante na importância de levar a criança em um oftalmologista ainda no primeiro ano de vida, especialmente em situações onde o olho da criança mexe de forma irregular, estrabismo e se, ao tirar fotos com flash, o reflexo do olhar sai branco ao invés do tradicional vermelho. “O mais importante é o diagnostico precoce, ainda mais no olho que é um espaço pequeno”, alerta Daiana.

No caso de Lua que, de acordo com os pais nunca parou de estar risonha e com energia, o tumor foi descoberto no grau E, que é o máximo. No entanto, o tratamento ocorre bem. Mesmo depois de quatro quimioterapias, Lua aparece no vídeo risonha. Seu cabelo também continua intacto pelo tratamento ser intraarterial, o que atinge diretamente o local do câncer, sem muitos efeitos colaterais.

Por ser um tipo raro de câncer, eles pretendem falar mais sobre o assunto com entrevistas com médicos e com outros especialistas nas redes sociais para informar os seguidores.

Estadão