Com oração e água benta, boneca Annabelle original é trocada de caixa

Antes de abrirem a caixa original onde a boneca estava, o administrador de um museu e um colega oraram e passaram água benta na mão; vale lembrar que esta não é a primeira vez que a boneca sai da caixa original

 

No Museu Oculto dos Warren em Connecticut, nos Estados Unidos, a boneca Annabelle, que inspirou o filme de terror, foi retirada da caixa original. A boneca foi trocada de caixa nesta segunda-feira (25/4) pelo genro do casal Ed e Lorraine Warren, Tony Spera.

Tony é administrador do museu e realizou a troca porque a caixa original precisava passar por reformas, pois o objeto será exibido junto a boneca no The Warren’s Paracon, evento anual de Halloween. Spera e o colega que manusearam a boneca molharam as mãos em água benta e fizeram uma oração antes da troca.

O momento foi compartilhado em live no YouTube:


Vale lembrar, porém, que está não é a primeira vez que a boneca é trocada de caixa. Spera compartilhou com os fãs — ainda em 2017 — uma outra troca de caixa. Confira:

História da boneca que assustou uma geração de fãs

A boneca Annabelle foi criada por volta de 1968 e foi um presente de aniversário de Donna, uma enfermeira que ganhou o brinquedo da mãe. A jovem o levou para o apartamento que dividia com a amiga e, pouco depois, as duas começaram a perceber comportamentos estranhos do brinquedo.

Com o comportamento, as duas realizaram uma sessão espírita e um médium alegou que a boneca era habitada pelo espírito de uma criança chamada Annabelle, cujo cadáver havia sido encontrado no local onde o prédio foi construído.

Comovidas, as duas permitiram que o espírito ocupasse permanentemente o corpo da boneca, o que foi considerado um erro fatal para os demonologistas Ed e Lorraine Warren, chamados para resolver o caso.

Segundo o casal, uma força demoníaca habitava o corpo da boneca, em busca de um hospedeiro humano. Em seguida, realizaram um exorcismo no brinquedo e o tomaram como posse, aprisionando a boneca numa caixa.

Correio Braziliense