Internet Explorer “morre” após 27 anos e tem até “funeral”

O epitáfio do navegador lembrou de uma de suas maiores utilidades: “Ele era uma boa ferramenta para baixar outros navegadores”

A Microsoft parou de oferecer suporte técnico ao Internet Explorer na última quarta-feira (15) para o Windows 10. Isso significou a “morte” do navegador web após 27 anos de utilidade.

Espécie de “patinho feio” dos navegadores entre os usuários, o Internet Explorer perdeu o lugar para o Edge, que tornou-se o aplicativo de navegação padrão da Microsoft após o advento do Windows 10.

Mas um engenheiro de software da Coreia do Sul decidiu homenagear o browser. Ele realizou um “funeral” do Internet Explorer, com direito à lápide e epitáfio.

Jung Ki-young realizou a “cerimônia fúnebre” na cidade de Gyeongju. Só a lápide, com o icônico logotipo do “E”, custou 430 mil won, o que em Reais dá aproximadamente R$ 1.700. Como epitáfio, uma lembrança de uma das principais utilidades do navegador “em vida”: “Ele era uma boa ferramenta para baixar outros navegadores”. Não demorou para que a atitude de Jung viralizasse na web.

Mas até Bill Gates, cofundador da Microsoft, fez piada com o fim do Internet Explorer. Em sua conta no Twitter, Gates disse que a empresa encerrou o navegador porque ficou sem microchips por conta da pandemia de covid-19, fazendo alusão às teorias da conspiração que diziam que as vacinas contra a covid possuíam microchips em sua composição, para rastrear quem recebia o imunizante.

Piadas à parte, fato é que o Internet Explorer, criado em 1995, marcou o início da era da navegação na internet. Ele só foi perder o título de sinônimo de browser na década de 2000, quando surgiu o Google Chrome.